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12/11/11

25/10/11

19/10/11

bandex

ninguém me tinha dito nada.



06/10/11

the times are changes - uma lição de música sobre fairs divairs

boa noite. apanhei a gripe, como sempre me acontece quando estou com a cabeça ao sol sem boné durante uma fasquia de tempo bem boa. não obstante, venho aqui só perguntar se os meus queridos leiteiros acham que é mesmo mera coincidência que o ajectivo* mera se use única e exclusivamente para qualificar a palavra coincidência e, já agora, porque é que, múltipla e inclusivamente, só se apanham doenças por causa do tempo, das putas, de comida toda estragada, insetos e pouco mais.

doravante, mostro-vos, por exemplo, um vídeo de outra banda que

(em famalicão, ou isso, eles gostam do métal, mas lá diz-se o bídeo de uma outra vanda, e chamavam àquele filme dos carouchos o quarto da banda e por aí fora, olha, metálicos desléxicos é das cenas por as quais eu sinto mais paródia)

doravante, mostro-vos, por exemplo, um vídeo de outra banda que, agora sim, apartes aparte, vamos em frente, me faz sentir feliz por nem todas as canções de agora serem de paneleiros chamados os girls. havia de ser outrora, que nem chegavam a publicar, iam logo corridos. a música rock existe desde a década para aí de sessenta e o primeiro paneleiro cantor só apareceu nos anos oitenta e morreu logo de sida depois do primeiro disco vir cá para fora (aquele preto cego que aparecia nas latas da pepsi). antigamente está bem, porque eram flautas e orquestras, cenas mais dadas a uma pessoa ficar homosexuada. estes aqui não são nada disso, são fixes.




é o novo AO, caralho. nem sabem o que é um AO, quanto mais. comprem os livros.

02/10/11

o meu regresso é paulatino

no screen teste abaixo, não era para voces irem logo ver, era para eu resolver um problema técnico, mas eu meto uma coisa e o todo o mundo acha que vai ser muito giro em expectativa e carrega em tudo. tenho outros problemas técnicos como não conseguir a ceder a isto como dono na caixa dos meus comentários.
também tenho um dedo dormente há mais de 24 horas(o polegar da mão esquerda) e estou a ficar seriamente empânico porque já ouvi dizer que possa estar relacionado com o coração se isto galgar até me paralizar o braço. se alguém souber em que é que esta merda possa consistir em termos de gravidade, tem ali o meu mail, que o google não responde também. e isto, ´so para terem uma ideia que seja,  é o cuminar de uns dias em que um gancho de caminhão me ia entrando por uma têmpera dentro e outras coisas horríveis que só visto, não vou contar. por isso olha, vamos esquecer aquele concurso da droga na banda do organismo, também porque vocês não sabem assim tanto de música que valha a pena insistir nisso. deixa so ver se dá para colocar ao menos uma imagem da brigitte bardot, para ninguém sair daqui com o coiso a abanar.






28/09/11

funciona tudo outra vez



não foi só não conseguir pôr em filmes, como também me esqueci da patchwork durante alguns tempos. as minhas desculpas pelo que vos sucedeu com isto.

22/09/11

qual é a banda musical com as pessoas com mais droga no organismo do mundo?

fica só a pergunta, que o disco não quer entrar. depois eu ponho.

15/09/11

sonata de outono








oferta roy rodgers, nas caixas de comentários subconsequentes. com mais atenção não era preciso estar-se aqui a pôr.

13/09/11

os armários custam mais a partir por dentro.



alertado pelo tolan, que por vez dele, qual corrente, foi alertado por outra pessoa, dei comigo a dar com o blogue do dr. joão almeida, ex-presidente do futebol clube dos belenenses e salvo erro deputado ou secretário de estado do cds/pp.

em jeito de ressalto,  o cds/pp é partido que  muito aprecio e no qual muitas vezes já dei por mim a votar, até simultaneamente no próprio dia. respeito muito os dois senhores do post em baixo imediatamente a este, por exemplo, sobretudo o doutor pedro moita soares, nobstante o visual oncológico  e os fatos dois numeros acima e sobretudo também o outro senhor da mefedrona, aquele mais velho.

o blogue chama-se o armadinho e o dr. joão almeida apresenta-se ao alto de fato-gravata, no template. por estes dias  escreveu lá sobre o sexo visto do lado feminino e mal lemos somos assaltados pela ligeira impressão de que, em matéria de sexo, o lado feminino vê tudo ao contrário e que o dr. joão almeida não se deve importar nada de ver coisas pelo lado feminino na mesma ao contrário mas mais ao perto e não vou dizer aqui se acho que ele já experimentou ou não, para não correr o risco de vocês acharem que eu julgo que sim.

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então ele escreve por lá que os homens quando casam só podem praticar o couto quando as suas esposas quiserem, e que elas às vezes até podem não querer e outros mitos que um gajo achava que eram mesmo assim quando era novo, como o poema do osso da pila do josé luís peixoto e aquela cena do filme dos paneleiros com a ana zanatti.
para um populista centrista, isto é dizer muito mal da instituição casamento.

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e depois há lá frases assim como "Se calhar também é um bocadinho por isso que quando vamos para a cama com a nossa mulher", mesmo à doutor sempre preocupado em cheirar bem das cuecas  e em descobrir aos bocadinhos  porque é que tem de "ir para a cama" e cheio de perspectiva feminina para dar à mulher.

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e pronto depois o texto por segue com  as questões da  natureza, a chatice de ser sempre o homem que introduz, que depois o pénis fica muito diminuído quando se vem (é o "orgasmo"), e que as pessoas não estão para perder tempo com os preliminares por causa da vida e de se ter pouco tempo para tudo em geral e por isso é que o sexo todo somado dura menos de cinco minutos de cada vez (estou a citar o doutor j. almeida a sério!). 

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isto à priori soou-me desde logo a um gritinho de socorro de quem se dá ao trabalho de vestir as cuecas da mulher para a sessão do amor (palavras do doutor j. almeida, a sério outra vez!) e não vê o seu rabinho felpudo recompensado com, vá lá, o dedo gordo até meio durante um bocadinho.

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mas depois o autor disfarça com não sei quê de almofadas para o ar e ficamos sem saber na verdade.

olhem, eu dou tudo de mim em cada coiso que escrevo, mas se calhar o melhor é irem lá ver o do tolan.

aqui fica um teledisco com muita pinta emprestado pelo roy, que é um amigo meu das vindimas, mas que tem a mtv na televisão em casa.




p.s.: é batota fazer andendas depois do post ter vindo para o ar, mas é que recebi um mail a informar que apesar de o armadinho ser alguém muito parecido ao doutor joão almeida,  não é, de facto, exactamente ele próprio.
aos visados, as minhas sinceras apologias.

12/09/11

07/09/11

merdanchising

olá, cheguei do verão agora, foi só pôr a roupa na máquina, ver o telejornal e vir-vos aqui escrever sobre uma coisa, mas antes gostava que conhecesseis o john pants bem, através talvez deste teledisco.



a coisa sobre a qual eu vou escrever é esta senhora, que me faz lembrar uma vaca (não o artiodáctilo ruminante, mas a mulher que faz coisas aos homens por dinheiro na rua ou na pensão). sempre que aparece na televisão tem essa aparência, não sei explicar.
para este post ficar mais certo, fazia-me falta saber o seu nome, mas sei que é jornalista de correspondência e apareceu assim vestida no telejornal de hoje, na rtp, sem ser de puta, o que despertou em mim logo uma atenção mais forte.




a senhora (aqule cabelo loiro e lábios fininhos, a io apoloni também tem este ar de vaca, são assim elas as duas, tão vacas, mas tão boas, para a minha opinião) disse em directo ao josé rodrigues dos santos no telejornal que ia aparecer a seguir a ele com uma entrevista exclusiva para a rtp com o monamud animedjad, presidente do irão, o que assim fez logo a seguir.


agora tenho aqui um haiku para vocês:


se contarmos

os vocábulos

através talvez

e atravez talvés.

o resultado
dá quatro.

então não se trata
de um trunviriato.



*aprendi o gosto por haikus com o fordofofeia, de reinaldo moraes, que aconselho vivazmente.




o problema é este: o programa foi sempre assim, primeiro a jornalista correspondente fazia uma pergunta:




depois era tudo traduzido em voice out, com um grande plano deles e de um palácio côr de rosa assim por trás:





e depois o presidente momud respondia assim e aguardava pela próxima tradução da próxima pergunta da jornalista correspondente.





e agora vão lá à imagem do meio do grande plano com palácio e procurem a bandeira desfraldada do irão. façam-no através de um pouco de scroll para cima, obrigado.

por decerto não a vão encontrar, isto porque o que a rtp fez foi batota e põs um senhor qualquer do povo mascarado de presidente do irão a mexer a boca como os robertos, e o som era posto por cima a dizer coisas assim traduzidas sobre o estado sodomita e etc... :




holocaustos  à parte, ali não havia a bandeira nenhuma e o senhor era mais pálido e tinha a barba muito mais escanhoada (um carpinteiro? um mercador?) e por aí adiante. o próprio palácio era desenhado sobre tecido (um pano de fundo).
ou seja, mais uma vez, era tudo merchandising da rtp. o mário augusto também finge que fala com o mel gibson ou com os simpsons, mas isso vê-se logo que é o mário a brincar, não é aquela coisa de andar a enganar no horário nobre e o mel gibson não é nenhum monhê tresloucado mata-diplomatas cheio de bombas atómicas a apontar para tudo o que é gente boa.

e depois há mulheres que acham estes gajos muito eróticos. com aquele cozinheiro chacal é a mesma porcaria.





















embora pareça o contrário, este post fica muito engraçado se entenderem a pushline, que é o duplo sentido da expressão "usar uma metáfora para caralho".
 como aquilo das vacas puderem ser putas ou então só animais.