11/10/11
06/10/11
the times are changes - uma lição de música sobre fairs divairs
boa noite. apanhei a gripe, como sempre me acontece quando estou com a cabeça ao sol sem boné durante uma fasquia de tempo bem boa. não obstante, venho aqui só perguntar se os meus queridos leiteiros acham que é mesmo mera coincidência que o ajectivo* mera se use única e exclusivamente para qualificar a palavra coincidência e, já agora, porque é que, múltipla e inclusivamente, só se apanham doenças por causa do tempo, das putas, de comida toda estragada, insetos e pouco mais.
doravante, mostro-vos, por exemplo, um vídeo de outra banda que
(em famalicão, ou isso, eles gostam do métal, mas lá diz-se o bídeo de uma outra vanda, e chamavam àquele filme dos carouchos o quarto da banda e por aí fora, olha, metálicos desléxicos é das cenas por as quais eu sinto mais paródia)
doravante, mostro-vos, por exemplo, um vídeo de outra banda que, agora sim, apartes aparte, vamos em frente, me faz sentir feliz por nem todas as canções de agora serem de paneleiros chamados os girls. havia de ser outrora, que nem chegavam a publicar, iam logo corridos. a música rock existe desde a década para aí de sessenta e o primeiro paneleiro cantor só apareceu nos anos oitenta e morreu logo de sida depois do primeiro disco vir cá para fora (aquele preto cego que aparecia nas latas da pepsi). antigamente está bem, porque eram flautas e orquestras, cenas mais dadas a uma pessoa ficar homosexuada. estes aqui não são nada disso, são fixes.
é o novo AO, caralho. nem sabem o que é um AO, quanto mais. comprem os livros.
02/10/11
o meu regresso é paulatino
no screen teste abaixo, não era para voces irem logo ver, era para eu resolver um problema técnico, mas eu meto uma coisa e o todo o mundo acha que vai ser muito giro em expectativa e carrega em tudo. tenho outros problemas técnicos como não conseguir a ceder a isto como dono na caixa dos meus comentários.
também tenho um dedo dormente há mais de 24 horas(o polegar da mão esquerda) e estou a ficar seriamente empânico porque já ouvi dizer que possa estar relacionado com o coração se isto galgar até me paralizar o braço. se alguém souber em que é que esta merda possa consistir em termos de gravidade, tem ali o meu mail, que o google não responde também. e isto, ´so para terem uma ideia que seja, é o cuminar de uns dias em que um gancho de caminhão me ia entrando por uma têmpera dentro e outras coisas horríveis que só visto, não vou contar. por isso olha, vamos esquecer aquele concurso da droga na banda do organismo, também porque vocês não sabem assim tanto de música que valha a pena insistir nisso. deixa so ver se dá para colocar ao menos uma imagem da brigitte bardot, para ninguém sair daqui com o coiso a abanar.
28/09/11
funciona tudo outra vez
não foi só não conseguir pôr em filmes, como também me esqueci da patchwork durante alguns tempos. as minhas desculpas pelo que vos sucedeu com isto.
22/09/11
qual é a banda musical com as pessoas com mais droga no organismo do mundo?
fica só a pergunta, que o disco não quer entrar. depois eu ponho.
15/09/11
sonata de outono
oferta roy rodgers, nas caixas de comentários subconsequentes. com mais atenção não era preciso estar-se aqui a pôr.
13/09/11
os armários custam mais a partir por dentro.
alertado pelo tolan, que por vez dele, qual corrente, foi alertado por outra pessoa, dei comigo a dar com o blogue do dr. joão almeida, ex-presidente do futebol clube dos belenenses e salvo erro deputado ou secretário de estado do cds/pp.
em jeito de ressalto, o cds/pp é partido que muito aprecio e no qual muitas vezes já dei por mim a votar, até simultaneamente no próprio dia. respeito muito os dois senhores do post em baixo imediatamente a este, por exemplo, sobretudo o doutor pedro moita soares, nobstante o visual oncológico e os fatos dois numeros acima e sobretudo também o outro senhor da mefedrona, aquele mais velho.
o blogue chama-se o armadinho e o dr. joão almeida apresenta-se ao alto de fato-gravata, no template. por estes dias escreveu lá sobre o sexo visto do lado feminino e mal lemos somos assaltados pela ligeira impressão de que, em matéria de sexo, o lado feminino vê tudo ao contrário e que o dr. joão almeida não se deve importar nada de ver coisas pelo lado feminino na mesma ao contrário mas mais ao perto e não vou dizer aqui se acho que ele já experimentou ou não, para não correr o risco de vocês acharem que eu julgo que sim.
então ele escreve por lá que os homens quando casam só podem praticar o couto quando as suas esposas quiserem, e que elas às vezes até podem não querer e outros mitos que um gajo achava que eram mesmo assim quando era novo, como o poema do osso da pila do josé luís peixoto e aquela cena do filme dos paneleiros com a ana zanatti.
para um populista centrista, isto é dizer muito mal da instituição casamento.
e depois há lá frases assim como "Se calhar também é um bocadinho por isso que quando vamos para a cama com a nossa mulher", mesmo à doutor sempre preocupado em cheirar bem das cuecas e em descobrir aos bocadinhos porque é que tem de "ir para a cama" e cheio de perspectiva feminina para dar à mulher.
e pronto depois o texto por segue com as questões da natureza, a chatice de ser sempre o homem que introduz, que depois o pénis fica muito diminuído quando se vem (é o "orgasmo"), e que as pessoas não estão para perder tempo com os preliminares por causa da vida e de se ter pouco tempo para tudo em geral e por isso é que o sexo todo somado dura menos de cinco minutos de cada vez (estou a citar o doutor j. almeida a sério!).
isto à priori soou-me desde logo a um gritinho de socorro de quem se dá ao trabalho de vestir as cuecas da mulher para a sessão do amor (palavras do doutor j. almeida, a sério outra vez!) e não vê o seu rabinho felpudo recompensado com, vá lá, o dedo gordo até meio durante um bocadinho.
mas depois o autor disfarça com não sei quê de almofadas para o ar e ficamos sem saber na verdade.
olhem, eu dou tudo de mim em cada coiso que escrevo, mas se calhar o melhor é irem lá ver o do tolan.
aqui fica um teledisco com muita pinta emprestado pelo roy, que é um amigo meu das vindimas, mas que tem a mtv na televisão em casa.
p.s.: é batota fazer andendas depois do post ter vindo para o ar, mas é que recebi um mail a informar que apesar de o armadinho ser alguém muito parecido ao doutor joão almeida, não é, de facto, exactamente ele próprio.
aos visados, as minhas sinceras apologias.
12/09/11
07/09/11
merdanchising
olá, cheguei do verão agora, foi só pôr a roupa na máquina, ver o telejornal e vir-vos aqui escrever sobre uma coisa, mas antes gostava que conhecesseis o john pants bem, através talvez deste teledisco.
agora tenho aqui um haiku para vocês:
se contarmos
os vocábulos
através talvez
e atravez talvés.
o resultado
dá quatro.
então não se trata
de um trunviriato.
*aprendi o gosto por haikus com o fordofofeia, de reinaldo moraes, que aconselho vivazmente.
o problema é este: o programa foi sempre assim, primeiro a jornalista correspondente fazia uma pergunta:
depois era tudo traduzido em voice out, com um grande plano deles e de um palácio côr de rosa assim por trás:
e depois o presidente momud respondia assim e aguardava pela próxima tradução da próxima pergunta da jornalista correspondente.
embora pareça o contrário, este post fica muito engraçado se entenderem a pushline, que é o duplo sentido da expressão "usar uma metáfora para caralho".
como aquilo das vacas puderem ser putas ou então só animais.
a coisa sobre a qual eu vou escrever é esta senhora, que me faz lembrar uma vaca (não o artiodáctilo ruminante, mas a mulher que faz coisas aos homens por dinheiro na rua ou na pensão). sempre que aparece na televisão tem essa aparência, não sei explicar.
para este post ficar mais certo, fazia-me falta saber o seu nome, mas sei que é jornalista de correspondência e apareceu assim vestida no telejornal de hoje, na rtp, sem ser de puta, o que despertou em mim logo uma atenção mais forte.
para este post ficar mais certo, fazia-me falta saber o seu nome, mas sei que é jornalista de correspondência e apareceu assim vestida no telejornal de hoje, na rtp, sem ser de puta, o que despertou em mim logo uma atenção mais forte.
a senhora (aqule cabelo loiro e lábios fininhos, a io apoloni também tem este ar de vaca, são assim elas as duas, tão vacas, mas tão boas, para a minha opinião) disse em directo ao josé rodrigues dos santos no telejornal que ia aparecer a seguir a ele com uma entrevista exclusiva para a rtp com o monamud animedjad, presidente do irão, o que assim fez logo a seguir.
agora tenho aqui um haiku para vocês:
se contarmos
os vocábulos
através talvez
e atravez talvés.
o resultado
dá quatro.
então não se trata
de um trunviriato.
*aprendi o gosto por haikus com o fordofofeia, de reinaldo moraes, que aconselho vivazmente.
o problema é este: o programa foi sempre assim, primeiro a jornalista correspondente fazia uma pergunta:
depois era tudo traduzido em voice out, com um grande plano deles e de um palácio côr de rosa assim por trás:
e depois o presidente momud respondia assim e aguardava pela próxima tradução da próxima pergunta da jornalista correspondente.
e agora vão lá à imagem do meio do grande plano com palácio e procurem a bandeira desfraldada do irão. façam-no através de um pouco de scroll para cima, obrigado.
por decerto não a vão encontrar, isto porque o que a rtp fez foi batota e põs um senhor qualquer do povo mascarado de presidente do irão a mexer a boca como os robertos, e o som era posto por cima a dizer coisas assim traduzidas sobre o estado sodomita e etc... :
por decerto não a vão encontrar, isto porque o que a rtp fez foi batota e põs um senhor qualquer do povo mascarado de presidente do irão a mexer a boca como os robertos, e o som era posto por cima a dizer coisas assim traduzidas sobre o estado sodomita e etc... :
holocaustos à parte, ali não havia a bandeira nenhuma e o senhor era mais pálido e tinha a barba muito mais escanhoada (um carpinteiro? um mercador?) e por aí adiante. o próprio palácio era desenhado sobre tecido (um pano de fundo).
ou seja, mais uma vez, era tudo merchandising da rtp. o mário augusto também finge que fala com o mel gibson ou com os simpsons, mas isso vê-se logo que é o mário a brincar, não é aquela coisa de andar a enganar no horário nobre e o mel gibson não é nenhum monhê tresloucado mata-diplomatas cheio de bombas atómicas a apontar para tudo o que é gente boa.
e depois há mulheres que acham estes gajos muito eróticos. com aquele cozinheiro chacal é a mesma porcaria.
ou seja, mais uma vez, era tudo merchandising da rtp. o mário augusto também finge que fala com o mel gibson ou com os simpsons, mas isso vê-se logo que é o mário a brincar, não é aquela coisa de andar a enganar no horário nobre e o mel gibson não é nenhum monhê tresloucado mata-diplomatas cheio de bombas atómicas a apontar para tudo o que é gente boa.
e depois há mulheres que acham estes gajos muito eróticos. com aquele cozinheiro chacal é a mesma porcaria.
embora pareça o contrário, este post fica muito engraçado se entenderem a pushline, que é o duplo sentido da expressão "usar uma metáfora para caralho".
como aquilo das vacas puderem ser putas ou então só animais.
27/07/11
conta-me como foi
esqueci-me-vos dizer que estou de férias, e que férias não rimam nada com blogues até porque as minhas têm tido a excitação de um minete à rita blanco actual e também não há assim muito a falar, foi aquilo dos banhistas da noruega e a tentativa de a sónia brazão fazer homicídios consigo própria com a ajuda dos electodomésticos a colocar em riste as pessoas do andar do prédio, coicoisas tão bananais como assim uma mamamada da rita blanco de vestidinho verde pérla, pormeto no entanto voltar assim que a minha agenda me deixar, o que deve estar lá para breve e falar de coisas que deiem mais tesão como cenas com a rita blanco de antigamente sem serem orais e o benfica com o tranzaspor. e deixo tambem aqui um video para mostrar que eu não sou só pretos, gosto dos brancos a cantar de igual fôrma que pretos, desde que não sejem criminais, não sei se já pus esta música mas fica à intenção de cada um.
11/07/11
degeneration streets of fighter
enquanto não estou cá, deixo-me-vos dizer que encontrei o meu album favorito de verão de dois mil e onze no degeneration street dos dears, que se tornaram também a minha banda favorita do canadá de sempre, melhores que os arcades fires e etec. estes dears, em vez de andarem a deixarem de andar com o mundo às costas como os fires do último album, colaram-se ao streets of fighter, aquele filme da boa e dos motards do michael cimino, e comporam baladas épilas orquestrais de me fazer arrepiar e ir molhar os pés ao mar, que é onde estarei a fazer isso dentro de quinze minutos ao som do meu mp plus.
fica aqui um exemplo, podia ser outro, que este album é bastante exemplar por inteiro.
fica aqui um exemplo, podia ser outro, que este album é bastante exemplar por inteiro.
24/06/11
é a corrente dos livros
continuo arreliado por não conseguir escrever nos comentários sem ser como anónino. o maradona, que para mim é a pessoa de gabarito mais alto que há colocou-me uma pergunta nos comentários e eu respondo aqui que não faço ideia porque é que aquilo acontece, e que o estimo mesmo muito.
o tolan, que também tem um gabarito muito grande passou-me uma corrente sobre livros, há qual terei todo o gosto em corresponder, mas primeiro vamos ver um vídeo.
1 - Existe um livro que lerias e relerias várias vezes?
eu acho que sim, que é o da bíblia sagrada, em primeiro lugar por ser a revelação do Deus à humanidade. é muito canónico, como eu gosto, e tem capítulos pequenos. o argumento é sobre um deus que requer muito dos homens e depois redime-se. diz-se o autor da bíblia é o próprio deus (é uma monografia, porque é escrito por uma só pessoa) e a editora é espírito santo.
apesar dos capítulos pequenos, é difícil de ler porque é muito antigo e não é nenhuma monografia escrita por deus. é uma poligrafia escrita por chineses que têm uma mentalidade muito diferente da greco-romana, que é a nossa (há um episódio em que Isaías abre o mar aos judocas e cai o carmo e a trindade).
os chineses escreveram-no em hebraico, aramaico e estóico, o que torna a tradução um bocado ambígua, mas acho que vale a pena lê-lo e relê-lo como eu faço com prazer.
2 - Existe algum livro que começaste a ler, paraste, recomeçaste, tentaste e tentaste e nunca conseguiste ler até ao fim?
sim, é o da bíblia sagrada, porque leio-o e releio-o muitas vezes com prazer, mas não é até ao fim. paro na parte do pentateuco a bater no crédulo, quando chego aí leio, paro, recomeço, tento e tento e nunca consigo chegar até ao fim.
3 - Se escolhesses um livro para ler para o resto da tua vida, qual seria ele?
escolhia a bíblia, para já porque gosto de ler mistérios, e depois porque para mim um bom livro tem que ter muita contenda, guerras, escravidões, cobiça, superstição e um crédulo.
4 - Que livro gostarias de ter lido mas que, por algum motivo, nunca leste?
é a bíblia, porque para dizer uma verdade nós nunca chegamos mesmo a ler o livro, (é um milagre). enquanto julgamos que estamos a ler um livro, estamos é a imbuirmos-nos de coisas que nos fazem ficar melhores. e este processo não se dá com os olhos (a leitura), mas sim com uma coisa indivísivel, que se chama espírito. é canónico, só experimentando.
5- Que livro leste cuja 'cena final' jamais conseguiste esquecer?
o da bíblia tem uma 'cena final' com deveras apocalipse, mas, ironicamente, que se dá a meio do livro. é uma prolepse de apocalipse, que jamais consegui esquecer.
6- Tinhas o hábito de ler quando eras criança? Se lias, qual era o tipo de leitura?
sim, lia a bíblia para crianças, que era mais com desenhos de parábolas, era esse também o tipo de leitora. o meu escritor de parábolas da bíblia preferido era o lucas, que tinha a parábola das árvores, a parábola do burro e da prostituta e outras boas. também gostava de arabão, o esquerdino.
7. Qual o livro que achaste chato mas ainda assim leste até ao fim? Porquê?
é a bíblia, achei chato a parte dos evangelhos, mas ainda assim li até chegar aproximadamente ao fim, falta-me um ou outro salmo.
8. Indica alguns dos teus livros preferidos.
indico a bíblia, sobretudo. há outros, mas era injusto porque poderia esquecer-me de algum
9. Que livro estás a ler neste momento?
o london fields
10. Indica dez amigos para o Meme Literário:
então é para o jorge, o sr. mário, o quimbé, a cristina, a minha mãe, carlos e paulo.
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